quarta-feira, 28 de janeiro de 2015


O ARTISTA E O POETA Uma reflexão sobre a criatividade (2015) 

Era um domingo primaveril com algumas nuvens pesadas no horizonte, mas sem expectativa de chuvas... O sol, mesmo que modesto, por entre as nuvens, iluminava toda aquela paisagem urbana típica de um centro de Cidade (Petrópolis). Dois amigos passeavam e a tudo contemplavam. Cada qual com suas “energias criativas”. Um, o poeta; o outro, o artista. Ambos no entanto tinham em comum o prazer em externar seus pensamentos da melhor forma possível.

Com a cautela, própria de suas maneiras de ser, organizavam pensamentos com ares de filosofia: O silêncio, vez por outra, tomava conta do momento num verdadeiro êxtase da reflexão e da fertilidade criativa. Aquela agradável tarde ia se desenrolando ao compasso das horas, que neste contexto cruelmente consumia os minutos ininterruptos.Começaram a observar que uma pintura e um poema tinham, em síntese, o mesmo objetivo: Comunicar o belo a quem os contempla.

E concluíram: SEJA UMA TELA A ESPERA DAS TINTAS, UM PAPEL QUE AGUARDA AS LETRAS, UM CADERNO SOBRE O QUAL SE ORGANIZARÃO AS PALAVRAS, OU MESMO A “CÂMARA DIGITAL” DE OLHO NA MELHOR CENA, TUDO PARTE DE UM VAZIO QUE SE COMPLETA OU É PREENCHIDO PELA INSPIRAÇÃO DE SEU AUTOR, DE SUA AUTORA, PARA NO FINAL TER A OBRA COMPLETA.O Artista logo completou: "O TOM DESTA OBRA TÃO BELA É AGORA REPRESENTADO SEJA EM TERRA, ÓLEO OU AQUARELA. É O HOMEM EM HARMONIA COM ELA. OBSERVA, E PÕE SUA IMPRESSÃO NA TELA. DE CERTO ESTA RESPEITÁVEL SENHORA SENTE-SE AGORA DELICADA DONZELA". (Poema de Alexandre Berner) O Poeta a seu turno, lembrou palavras de uma colega, que nos presenteia: com a “CRIAÇÃO” que é o mergulho na essência de toda arte: “CRIADOR E CRIAÇÃO FUNDEM-SE EM CORES E CREDOS INTERPENETRANDO-SE EM UMA LITURGIA ATÍPICA, TRAJETÓRIA SEM BARREIRAS EM UM RITUAL DE LIBERTAÇÃO E RENASCIMENTO. FOMENTAM A FORMA...REFORMAM, REFAZEM, RECRIAM ROMPENDO EQUINÓCIOS.TRABALHO E ÓCIO EQUILIBRAM-SE NA CORDA BAMBA DAS HORAS VAZIAS EM UMA PERFEITA ALEGORIA DE SONS E GESTOS TRAÇOS E TONS PALAVRAS E PENSAMENTOS.MOVIMENTO TEXTO E IMAGEM REPRODUZINDO O REAL E O VIRTUAL...NA IMENSA TELA DA IMAGINAÇÃO.” (Poema de Christiane Michelin)

 O Artista e o Poeta, ambos, como que anestesiados, silenciaram. Um silêncio obsequioso:

  “O SILÊNCIO É O ÚTERO ONDE SE GERAM AS GRANDES IDÉIAS, ONDE SE ESCREVEM GRANDES ROMANCES E SE COMPÕEM AS MAIS BELAS SINFONIAS. TODA OBRA DE ARTE É GERADA NO SILÊNCIO: ANTES DE EXPLODIR NO EXTERIOR, ELA EXPLODIU NO ÍNTIMO DO CORAÇÃO DE ALGUÉM”. (Lembra-nos Frei Sciadini)

VER O BELO É ENXERGÁ-LO COM OS OLHOS DA ALMA.Sim, ambos em total contemplação admiravam estas palavras (Poéticas? Plásticas?) Os instrumentos que ambos têm a sua disposição, quando utilizados para o crescimento da vida, geram Obras universais, verdadeiras pérolas: Comunicam e enriquecem a alma e o elixir da vida.

Caiu a tarde, as horas foram saborosamente consumidas. O desfeche deste encontro, ainda suscitou uma questão final: “Qual a liberdade na criação da obra?” Gui de Maupassant, escritor e poeta francês, tem a resposta enriquecedora. Ele nos diz: “O ARTISTA TEM A LIBERDADE DE EXAGERAR, DE CRIAR UM MUNDO MAIS BELO, MAIS SIMPLES E MAIS CONSOLADOR QUE O NOSSO”.ESTA É A “LIBERDADE” QUE NOS ESTIMULA A CRIATIVIDADE...

 ... EM NOSSAS VIDAS PASSAM PÉROLAS, AS PÉROLAS DO COLAR DA VIDA. ALGUMAS PORÉM SÃO ESPECIAIS, MERECEM DESTAQUE MAIOR, MERECEM SER COMPARTILHADAS. (Deste autor)

Walter Berner 01/2015

(O quadro em destaque é um “poema sobre uma tela”.

Não há portanto um “local físico” desta obra)

O ARTISTA E O POETA Uma reflexão sobre a criatividade (2015) 

Era um domingo primaveril com algumas nuvens pesadas no horizonte, mas sem expectativa de chuvas... O sol, mesmo que modesto, por entre as nuvens, iluminava toda aquela paisagem urbana típica de um centro de Cidade (Petrópolis). Dois amigos passeavam e a tudo contemplavam. Cada qual com suas “energias criativas”. Um, o poeta; o outro, o artista. Ambos no entanto tinham em comum o prazer em externar seus pensamentos da melhor forma possível.

Com a cautela, própria de suas maneiras de ser, organizavam pensamentos com ares de filosofia: O silêncio, vez por outra, tomava conta do momento num verdadeiro êxtase da reflexão e da fertilidade criativa. Aquela agradável tarde ia se desenrolando ao compasso das horas, que neste contexto cruelmente consumia os minutos ininterruptos.Começaram a observar que uma pintura e um poema tinham, em síntese, o mesmo objetivo: Comunicar o belo a quem os contempla.

E concluíram: SEJA UMA TELA A ESPERA DAS TINTAS, UM PAPEL QUE AGUARDA AS LETRAS, UM CADERNO SOBRE O QUAL SE ORGANIZARÃO AS PALAVRAS, OU MESMO A “CÂMARA DIGITAL” DE OLHO NA MELHOR CENA, TUDO PARTE DE UM VAZIO QUE SE COMPLETA OU É PREENCHIDO PELA INSPIRAÇÃO DE SEU AUTOR, DE SUA AUTORA, PARA NO FINAL TER A OBRA COMPLETA.O Artista logo completou: "O TOM DESTA OBRA TÃO BELA É AGORA REPRESENTADO SEJA EM TERRA, ÓLEO OU AQUARELA. É O HOMEM EM HARMONIA COM ELA. OBSERVA, E PÕE SUA IMPRESSÃO NA TELA. DE CERTO ESTA RESPEITÁVEL SENHORA SENTE-SE AGORA DELICADA DONZELA". (Poema de Alexandre Berner) O Poeta a seu turno, lembrou palavras de uma colega, que nos presenteia: com a “CRIAÇÃO” que é o mergulho na essência de toda arte: “CRIADOR E CRIAÇÃO FUNDEM-SE EM CORES E CREDOS INTERPENETRANDO-SE EM UMA LITURGIA ATÍPICA, TRAJETÓRIA SEM BARREIRAS EM UM RITUAL DE LIBERTAÇÃO E RENASCIMENTO. FOMENTAM A FORMA...REFORMAM, REFAZEM, RECRIAM ROMPENDO EQUINÓCIOS.TRABALHO E ÓCIO EQUILIBRAM-SE NA CORDA BAMBA DAS HORAS VAZIAS EM UMA PERFEITA ALEGORIA DE SONS E GESTOS TRAÇOS E TONS PALAVRAS E PENSAMENTOS.MOVIMENTO TEXTO E IMAGEM REPRODUZINDO O REAL E O VIRTUAL...NA IMENSA TELA DA IMAGINAÇÃO.” (Poema de Christiane Michelin)

 O Artista e o Poeta, ambos, como que anestesiados, silenciaram. Um silêncio obsequioso:

  “O SILÊNCIO É O ÚTERO ONDE SE GERAM AS GRANDES IDÉIAS, ONDE SE ESCREVEM GRANDES ROMANCES E SE COMPÕEM AS MAIS BELAS SINFONIAS. TODA OBRA DE ARTE É GERADA NO SILÊNCIO: ANTES DE EXPLODIR NO EXTERIOR, ELA EXPLODIU NO ÍNTIMO DO CORAÇÃO DE ALGUÉM”. (Lembra-nos Frei Sciadini)

VER O BELO É ENXERGÁ-LO COM OS OLHOS DA ALMA.Sim, ambos em total contemplação admiravam estas palavras (Poéticas? Plásticas?) Os instrumentos que ambos têm a sua disposição, quando utilizados para o crescimento da vida, geram Obras universais, verdadeiras pérolas: Comunicam e enriquecem a alma e o elixir da vida.

Caiu a tarde, as horas foram saborosamente consumidas. O desfeche deste encontro, ainda suscitou uma questão final: “Qual a liberdade na criação da obra?” Gui de Maupassant, escritor e poeta francês, tem a resposta enriquecedora. Ele nos diz: “O ARTISTA TEM A LIBERDADE DE EXAGERAR, DE CRIAR UM MUNDO MAIS BELO, MAIS SIMPLES E MAIS CONSOLADOR QUE O NOSSO”.ESTA É A “LIBERDADE” QUE NOS ESTIMULA A CRIATIVIDADE...

 ... EM NOSSAS VIDAS PASSAM PÉROLAS, AS PÉROLAS DO COLAR DA VIDA. ALGUMAS PORÉM SÃO ESPECIAIS, MERECEM DESTAQUE MAIOR, MERECEM SER COMPARTILHADAS. (Deste autor)

Walter Berner 01/2015

(O quadro em destaque é um “poema sobre uma tela”.

Não há portanto um “local físico” desta obra)

sábado, 24 de janeiro de 2015

João Batista
(Autor desconhecido)

Reflexão sobre 1 JO, 29-42   "JOÃO BATISTA E O MESSIAS"


O texto em destaque, relata esta constatação de João quando mais uma vez reconhece a soberania divina, em Jesus Cristo.
Já no dia seguinte ao batismo de Jesus, quando João O reencontra, ele, João, diz: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Esta certeza, como vimos, se fez pelo batismo de Jesus quando desce sobre Ele o Espírito Santo, em forma de pomba, conforme novamente nos relata João neste capítulo 1, versos 32-34.
De fato, os sacramentos instituídos por Jesus são apenas dois: A Santa Ceia, e o Batismo. Muitos cristãos admitem outros Sacramentos, mas com certeza são dois aqueles que foram instituídos pelo próprio Jesus.
Pelo batismo, independentemente de nossa idade, pois para Deus não há “dimensão cronológica de vida”, nós somos abençoados como filhos de Deus, portanto coerdeiros da graça divina.
Pela Santa Ceia, somos redimidos de nossos delitos e pecados, pelo sacrifício do Cordeiro, sacrifício do Filho de Deus, que por nós morreu na Cruz. E é o único a interceder por nós junto ao Pai.
Estas afirmações nos certificam o verdadeiro sentido da Cruz.
Ou seja: ao aceitarmos, assim como João Batista, que Jesus é o Filho de Deus, temos a certeza de que nossa fé está alicerçada na Verdade Divina... E mais: A certeza de uma vida eterna, tão somente pela graça de Deus e não por nossos méritos, como diz Paulo aos Efésios (Ef 2,9) “Não por obras, para que ninguém se glorie”.
Certamente pelo batismo somos agraciados com a misericórdia de Deus, isto quem nos garante é Jesus, pela fé que temos no Ressurreto.
Dar o testemunho deste fato, é como o próprio texto de João relata quando fala da apresentação do Cordeiro de Deus a dois de seus discípulos, que passam então a seguir a Jesus.
Seguem a Jesus porque estavam conscientes de que se tratava do “RABI”, que quer dizer Mestre. Sim, o primeiro foi André, seguido de um outro que não temos o nome. Mas André vai e revela a “grande descoberta” a seu irmão Simão Pedro, que é prontamente reconhecido por Jesus, que o chamou a partir de então “Cefas”.
Esta história relatada em João cap. 1, nos garante a veracidade dos fatos, e mesmo que alguns teólogos baseados em uma leitura “histórico-crítica”, queiram nos convencer de que existem “entrelinhas” nas narrativas, cabe a nós ter a firmeza de nossa fé para que, como João Batista e André, juntamente com todos que se seguiram, sejamos portadores desta mensagem salvífica que nos é consagrada pelo batismo, como vimos domingo passado.
E que este batismo que hoje praticamos seja sempre um ato sacramental celebrado diante da Cruz de Cristo, através do elemento água, mas sobre tudo, diante da Palavra de Deus.
2015 está à nossa frente. Já se passaram vinte e cinco dias deste novo ano.
Já vivemos momentos fortes que nos emocionaram demais. Momentos estes de alegria mas também de tristeza.
Certamente que Deus nos coloca um dia após o outro com jornadas, tarefas e desafios fáceis ou difíceis que sempre podemos suportar.
Deus não nos coloca nada como tropeço na caminhada.
Digo sempre que posso: “A desgraça não é vontade de Deus mas fruto da imprudência humana”.
Uma afirmação bastante pesada, e parece não se encaixar nesta reflexão. Mas afirmo que nossa caminhada nesta vida não se dá com uma sequência de atropelos e dificuldades. “Segura na mão de Deus e vai”, nos diz o poeta. Deus nos quer como Seus mensageiros em todas as situações, e em todos os momentos de nossas vidas. Isto significa dizer que ao reconhecermos Jesus como o Cordeiro de Deus, somos coparticipantes de Sua graça e isto nos compete compartilhar com todos à nossa volta, assim como João Batista e como André, mesmo que aqui ou ali, estejamos enfrentando alguma situação difícil ou até um momento inusitado.
Ser testemunha de Jesus, não é apenas viver com Jesus, mas é viver em Jesus, para Sua honra e glória. E por isto damos graças a Deus. Amem.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Eis uma dica importante. Uma receita pessoal que utilizo também para Arte, para limpeza e neutralização de fungos
:


CRAVO EM INFUSÃO DE ÁLCOOL (70)
+ ÓLEO DE AMÊNDOAS (2014)
(sem contraindicação)
REPELENTE (contra insetos); DESINFETANTE; FUNGICIDA/ MICOSES (ideal para os pés) .
(agite bem antes de usar / aplicar com as mãos ou bucha de algodão)

 Esta infusão é bastante útil em eliminar (no mínimo neutralizar) a ação de fungos que se instalam na tela. Basta borrifar no verso da pintura (sem exagero) e os resultados são imediatos. Não elimina a mancha resultante da ação do fungo, mas elimina a ação.
Caso haja resíduos na face pintada, uso sabão de coco e um pano leve para limpar. Não esfregue com força.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015



Olá estamos de volta. Temos um novo SITE bastante completo. Anote: http://bernerartes.com = Faça uma visita. Apreciarei seu comentário Abraços