Cientificamente a
luz, seja natural ou artificial, nos permite o “ver”. Mas o ato de “enxergar”
está intrinsecamente condicionado ao estado de espírito que se encontra a
pessoa. Portanto o esplendor do “belo” ou a consciência do “feio” é
consequência da combinação da luz com estado de espírito de cada espectador.

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